Sabedoria Ancestral
Mergulhe nos conhecimentos profundos, histórias ricas e práticas sagradas das tradições afro-brasileiras.
Como as Novas Mídias Salvaguardam a Memória e a Tradição Oral Afro-Brasileira
O ambiente digital — longe de substituir o chão sagrado do terreiro — emerge como um espaço estratégico para a salvaguarda da memória, a produção de acervo histórico e o combate ostensivo à intolerância e ao racismo religioso. Trata-se da consolidação de uma ancestralidade digital, onde a tradição se renova e se protege por meio dos novos suportes midiáticos.
Guardião da Memória e da Tradição
Da preservação das tradições Jeje-Nagô, do sacerdócio de Ifá e do culto aos Egungun enraizados na histórica linhagem da Ilha de Itaparica (BA), ao dinâmico ecossistema de mídias digitais que leva estudos semanais no Instagram a milhares de leitores, este livro apresenta um painel indispensável sobre a salvaguarda da memória, o poder da palavra escrita e a elevação da religiosidade afro-brasileira no século XXI.
O Ilê Axé Casa Grande atua como ponto de cultura tradicional.
A consolidação do Axé Casa Grande como território de Cultura Viva representa não apenas a continuidade de uma tradição, mas também a construção de um futuro onde a ancestralidade é reconhecida como patrimônio cultural, social e espiritual.
O Eco do Respeito: O Significado do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa
Mais do que uma data no calendário, este dia é um chamado à lucidez. Em uma sociedade que se pretende democrática, a liberdade de crer — ou de não crer — é o termômetro da nossa própria civilidade.
O Objetivo Brasileiro que Coloca a Justiça Racial no Centro do Desenvolvimento Sustentável
Quando a Organização das Nações Unidas (ONU) desenhou os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a redução das desigualdades foi abarcada de forma geral pelo ODS 10. Porém, para nações que carregam as marcas profundas de séculos de escravidão, colonialismo e apagamento cultural, tratar a desigualdade de forma puramente socioeconômica ignora um fator crucial e estruturante: o racismo.
O Tecido Invisível do Axé: O Pertencimento na Filosofia de Terreiro
Escrever sobre a filosofia deste sacerdote é, em última análise, falar sobre o reencontro do ser humano com a sua própria essência. Em um solo que cultua Jeje, Ifá, Egungun e Umbanda, o pertencimento deixa de ser um conceito abstrato e torna-se carne, canto, fumaça de cachimbo e som de rum. Pertencer a esta casa, aqui falo da minha o Axé Casa Grande é descobrir que somos o ponto de encontro entre o céu (Orun) e a terra (Aiye). E, sob a orientação sábia de quem conduz essa barca espiritual, aprendemos que o maior axé que podemos receber é a certeza de que nunca mais de que nunca mais caminharemos sozinhos.
O Escudo da Fé: Como o Estado Laico Garante a Liberdade dos Cultos Afro-Brasileiros
Como o Estado Laico Garante a Liberdade dos Cultos Afro-Brasileiros






